O longo período da ditadura limitou o aparecimento de organizações fortes e independentes atuando em RSC. Porém a partir da década de 1980 surgem as primeiras organizações, como o Instituto Brasileiro de Analises sociais e econômica (IBASE), foi o pioneiro na difusão do balanço social de empresas, documento que divulga publicamente as ações socioambientais das empresas.
Na década de 1990 o movimento de RSC cresceu no Brasil, especialmente com a liderança do instituto ETHOS criado em 1998. Hoje além de um movimento ambientalista mais forte e organizado temos diversas organizações que trabalham no âmbito de RSC, como o instituto de Defesa do consumidor (IDEC), a fundação Abrem e o Centro Empresarial Brasileiro para o desenvolvimento Sustentável (CEBDS).
No Brasil, esses movimentos estão ligados a ação social empresarial, levando em conta os problemas sociais que temos com a incapacidade do Estado de resolvê-los sozinhos levando ao surgimento de uma cobrança por parte da sociedade para que as empresas atuem mais firmemente em projetos sociais, muitas vezes em substituição ao Estado.

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