O conceito de responsabilidade social de empresas está ligado à atuação fora de suas atividades-fim. As empresas privada na idade média já atuavam na área social, com ações de filantropia. Os movimentos que hoje se conhece como responsabilidade social de empresas começou a aparecer a partir da segunda metade do século XX.
Surgiram alguns movimentos ambientalistas que conciliavam métodos de proteção ambiental, justiça social e eficiência econômica.
Temos os movimentos que fiscalizavam a ação das empresas, especialmente com respeito a utilização de mão-de-obra infantil, escrava ou em condições deploráveis nas fabricas especialmente em países em desenvolvimento.
Temos o movimento representado pela ONG transparência Internacional pedindo maior transparência por parte das empresas e governos.
Surgiram diversas iniciativas para pressionar as empresas com uma maior responsabilidade social.
A Organização das Nações Unidas (ONU) criou um pacto global, uma rede voluntaria internacional de cidadania corporativa para conseguir apoio das empresas e sociedade civil de modo a desenvolver princípios sociais e ambientais universais em um mundo cada vez mais globalizado.
Na década de 90, todos esses movimentos da sociedade Civil, Governos e empresas começaram a se convergir num movimento maior, que é atualmente conhecido como Responsabilidade Social. Esses movimentos ainda existem com suas diferentes tonalidades, mais há um dialogo maior entre eles e fica difícil para qualquer um dos movimentos citados falar de um dimensão sem levar em consideração as outras, como por exemplo, falar de proteção ambiental sem pensar o social.
Boa parte das grandes organizações tem ações na área de responsabilidade social e percebeu-se que, alem de ser questão ética, a RSC pode ser feita de forma estratégica para ter um impacto positivo nas atividades-fins das empresas, gerando maior retorno a médio e em longo prazo.

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